Você sabia que o primeiro registro histórico sobre a galvanização aconteceu em 1742? Este fato aconteceu com o químico francês J.P. Malouin quando ele apresentou uma série de experiências com zinco fundido revestido em ferro para a Royal Society .

A partir deste evento e após a patente da galvanização quase 100 anos depois, em 1837, surgiram incontáveis pesquisas sobre os efeitos deste processo. O que chama atenção neste estudo é o fato do zinco (imersão a quente) ser considerado um mineral que aumenta a vida útil do produto de aço.

Na galvanização, o aço é revestido com outro metal “limpo” – zinco, níquel, magnésio e estanho. Por exemplo, caso o metal seja o zinco, o produto que será revestido será imerso em 99% de zinco fundido completamente cristalizado sob temperatura de Portanto, a substância não possui nenhum tipo de chumbo ou outros materiais que possam prejudicar ou inutilizar a galvanização.

As chapas de aço galvanizadas, por exemplo, contam com uma proteção contra corrosão, pois as superfícies das chapas estão expostas à possíveis danos. Claro que a duração dos produtos permanece de acordo com a espessura do revestimento, mas podemos levar a estimativa a seguir em consideração: 10 anos para atmosferas industriais, 20 anos para locais marítimos e 25 anos para áreas rurais.

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