Como a sobretaxa da exportação de aço e alumínio para os EUA impactou o Brasil?

A iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em elevar as taxas de importação de aço e alumínio para 25% e 10%, respectivamente, pode afetar a recuperação das siderúrgicas.

Atualmente, o Brasil configura em segundo lugar nos países que mais exportam aço e alumínio para os norte-americanos, portanto, existem grandes chances de ser um dos países mais afetados perante a decisão de Trump.

Em 2016, o setor teve o pior desempenho da história, mas a evolução da atividade na indústria otimizou a produção, mesmo operando com 35% de capacidade ociosa.

Reações

Diante deste cenário, temos dois problemas. Primeiro: 32% da produção de aço e alumínio – entre eles produtos como chapas e bobinas de aço – do Brasil é exportado ao EUA. Caso o país feche as portas, a indústria siderúrgica brasileira estará sujeita a passar por ajustes, como desligar os equipamentos, reduzir a produção e cortar empregos.

O segundo é que aquele aço russo, coreano, japonês e chinês irão em busca de novos mercados e, consequentemente, verão a indústria local como concorrência.

Em relação ao alumínio, o presidente da Associação Brasileira de Alumínio (Abal), era previsto um crescimento de 5% no mercado – após três anos seguido de queda -, porém, será necessário rever essa porcentagem em razão da decisão de Trump.

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